Projeto Doar é Legal Conscientiza Sociedade Sobre a Importância de Doar Órgãos


Desde maio de 2009, o projeto Doar É Legal destina-se a conscientizar a sociedade sobre a importância de doar órgãos. Consiste na emissão de certidão (sem validade jurídica) que atesta a vontade de voluntários em se tornarem doadores de órgãos, servindo sobretudo para que familiares fiquem cientes da intenção de ser doador.

 

Projeto Doar é Legal Conscientiza Sociedade Sobre a Importância de Doar Órgãos

A adesão à campanha pode ser feita pelo site do TJRS.

Basta preencher um formulário virtual e, após a confirmação, a certidão será gerada.

Para outras informações sobre a iniciativa, acesse: Doar É Legal

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Sobre a doação de órgãos

Órgãos como um dos rins, parte do pulmão ou do fígado e a medula óssea podem ser doados ainda em vida por pessoas em boas condições de saúde, maiores de 18 anos e capazes.

Quando não é realizada entre parentes (pai, mãe, filhos, irmão, tios ou avós) há a necessidade de autorização judicial, a fim de coibir o comércio.

A exceção é a medula, que pode ser doada também por menores de 18 anos e a qualquer paciente, sem necessidade de decisão da Justiça, em razão da dificuldade de encontrar indivíduos 100% compatíveis e porque a regeneração completa acontece em apenas sete dias.

Em caso de morte encefálica é possível a retirada para transplante dos rins, pulmões, coração, válvulas cardíacas, fígado, pâncreas, intestino, córneas, ossos, cartilagem, tendão, veias e pele, o que depende de avaliação das condições de cada órgão bem como da existência de receptor compatível.

Somente não podem ser doadores portadores de doenças infecto-contagiosas, como AIDS ou câncer (nesse último caso, ainda podem ser doadas as córneas).

A morte encefálica, ou cerebral, é uma lesão irrecuperável e irreversível do cérebro após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral acarretando a interrupção definitiva de todas as atividades cerebrais.

Difere-se do coma que é um processo reversível em que o paciente ainda está vivo.

Para a confirmação do diagnóstico da morte encefálica são realizadas três avaliações de médicos diferentes.

Autora: Rafaela Souza.
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend.
imprensa@tj.rs.gov.br

 

 

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